Enfim, inveja é uma merda!
domingo, 21 de agosto de 2011
Inveja
Ultimamente tenho refletido muito sobre a inveja! Desde quando decidi que daria mais valor à vida, descobri a felicidade, claro que em alguns momentos me sinto triste, mas é apenas questão de horas. Percebi que a vida é muito boa e que me amar foi a melhor descoberta até hoje! Sou feliz comigo mesmo, estou casada comigo mesma! Gosto de tirar fotos, gosto de sorrir, gosto de ficar sozinha, tomando vinho... etc.. Já me disseram que sou narcisista, e daí? Não ligo se tenho 45 anos, se terei rugas, ou seja, quero curtir a vida ,sem ficar me preocupando com a "casca". O que importa é eu gostar de mim. Percebo que a maioria das mulheres que são mães, sempre se escondem por trás de seus filhos, usam a imagem deles e não delas, em celulares, computadores e por aí vai. Me pergunto: de quê ainda isso? Se enganam a si mesmas. Não encaram a realidade, não é? Outra coisa estranha é que deixam de se "presentearem" e dão tudo que os filhos querem! Ora, tudo bem que queremos que nos filhos tenham tudo que nos é possível dar, mas daí a abrir mão do que queremos para olhar somente para os filhos é anulação! Faço tudo que posso para atender as necessidades de minhas filhas, mas EU EXISTO! Mesmo porque, temos que saber dizer não, às vezes. E por ser essa mulher que se gosta, vejo que estou causando um certo desconforto em algumas "colegas" (porque isso não é amiga!). Engraçado é que vivem na sombra de um marido, estão infelizes no casamento, mas não tem coragem de separar. Nos invejam porque tivemos coragem de assumirmos que acabou o relacionamento e estamos dando conta de criar nossos filhos, sem esquecer que somos mulheres e temos desejos. Vamos à luta! Se tenho um problema, vou resolver sem ficar choramingando pelos cantos. Detesto ficar reclamando, e quando percebo que minhas reclamações estão repetitivas, então.. meu amigo... trato logo de resolver ou mudar alguma coisa. Afinal, problemas, quem não tem? E mesmo assim, sou feliz! Agradeço a Deus por cada dia vivido. E sou feliz estando comigo mesma! Se aparecer alguém pra namorar, ótimo, mas se não, vou me divertir com as coisas que tenho! E tenho tudo que gosto e que preciso! Eu não tenho dó de comprar nada pra mim!Como eu acho graça de tudo (até dos meus micos), tenho amigos que sorriem comigo, sou sempre solicitada para conversar, tem sempre alguém me procurando para conversar, isso causa inveja. E nisso as invejosas de plantão se sentem incomodadas, duvidam de que alguém possa ser feliz, aliás, percebo que pessoas infelizes sempre duvidam da felicidade dos outros. Quando me falam de que eu tenho que tomar cuidado pra não causar inveja, reflito: sou eu que tenho que mudar meu jeito de ser ou o invejoso é que tem que evoluir espiritualmente? Cá prá nós, inveja é uma merda! Não leva ninguém a nada! Mesmo porque as pessoas felizes me atraem muito mais. Detesto gente que fica reclamando da vida, não toma nenhuma atitude para melhorar a situação e adoram fazer papel de vítima! É muito chato ver pessoas com cara de "quem comeu e não gostou" todos os dias. Uma vez ou outra é normal, ninguém é de ferro, mas todo santo dia, tenha dó! Imagine: meu modo de vestir incomoda, meu carro incomoda, não depender de homem incomoda, viajar sozinha incomoda, gastar comigo incomoda, minha alegria incomoda, ter amigos incomoda, difícil,né?
Pai
Por insistência de minha filha,
li o livro “A última música” e achei importante compartilhar a estória do livro.
Nele é contada a trajetória de uma
adolescente que em seus conflitos com os pais, descobre também o amor. Porém o que me chamou a atenção, foi o fato de
que, ao descobrir a doença incurável do pai, descobre também o quanto foi
injusta com ele. Na separação dos pais, essa adolescente fica com a mãe e no
verão a mãe decide que ela e o irmão
ficarão com o pai, mas ela não sabe o porquê e fica revoltada. Enquanto isso,
tenta irritar o pai. Fica tão envolvida em seus problemas que não percebe que
ele está doente.
Quando descobre, começa a refletir
sobre suas ações e arrepende de perder três anos sem contato( sem conversar) e odiando aquele
que a protegeu dos problemas conjugais que levou à separação(a mãe o
havia traído). Mas, como ainda há tempo de se perdoar, a personagem
deixa seus problemas de lado e passa a olhar o pai com outros olhos e dedica
seu tempo a ele.
O livro me chamou a atenção,
porque minha relação com meu pai foi muito boa e ele também foi vítima da mesma
doença. No entanto eu o amava muito e nunca o deixei de lado, muito pelo
contrário, viajava sempre com ele. Infelizmente o perdi muito cedo (ele morreu
quando eu tinha 7 anos), mas me lembro de todos os momentos juntos. Me lembro
também de como foi triste vê-lo sofrendo, vomitando sangue, fraco, sem
conseguir andar, deitado e definhando em seu leito. Meu pai foi o maior amor de
minha vida! Sofri muitos anos, sem entender o porquê ele foi embora! Me senti
muito só! Talvez por isso, hoje não ligo em ficar sozinha, aliás, até
gosto. Só me conformei com sua morte
quando, mais ou menos, aos 14 anos, sonhei com ele me dizendo que nunca me
abandonaria. O sonho foi como uma mensagem de conforto. Até então, nada tinha
sentido pra mim. Meu pai era minha segurança.
Se fosse hoje, aceitaria sua morte, pois não seria egoísta a ponto de
vê-lo sofrendo e querendo que ele vivesse só para que eu não sofresse.
Sempre reflito no Dia dos Pais,
porque alguns homens que separam de suas esposas, separam também de seus filhos
(como meu ex-marido, por exemplo), que se tornam ex pais.
O pior é que ninguém cobra do pai
a falta de presença, mas se é a mãe... aí é outra história!
Pai também é importante! Por isso, deveriam pensar muito
antes de ter filhos. Pensar se numa separação darão conta de conviver com seus
filhos. Pois a separação é da esposa e não dos filhos.
Muitos filhos se acham culpados
pela separação, exatamente porque não entendem o desaparecimento do pai.
Repito, pai precisa estar
presente, mesmo em casas separadas!
Parabéns aos pais que não
abandonaram seus filhos e parabéns às mães que fizeram o papel destinado a eles
e assim como eu, cuidaram de seus filhos, sem nenhuma ajuda ou apoio!
sexta-feira, 12 de agosto de 2011
Novela
Hoje, quero falar um pouco do que penso sobre o papel das novelas (no caso, as novelas da Globo). Apesar de há muito tempo tê-las trocado por filmes, documentários, séries... etc e tal, resolvi assistir a novela "O Astro" e aí me decepcionei. Quero ressaltar que parei de assisti-las, porque não aguentava mais a (des)educação aos seus interlocutores, ou seja, ao invés de "educar", ela reforçava a falta de educação de seus telespectadores. E depois de tanto tempo, achei que haveria alguma mudança. Eis que ao voltar a assistir, vejo que nada mudou. Num dos capítulos que assisti da novela citada acima, um taxista desperdiçava água e não era lavando o carro , não! Ele brincava com a mangueira, jogando água pra cima. Ora, num mundo em que ouvimos falar o tempo todo da ameaça de falta de água, como pode mostrar numa novela o desperdício de algo tão valioso, com uma brincadeira? Se a novela é assistida pela maioria dos brasileiros, o ideal não seria que esse meio de comunicação fizesse com que as pessoas pensassem melhor na responsabilidade de preservar e cuidar de nossa água?
No entanto, as novelas ficam mostrando "vinganças", "playboys", pessoas oportunistas, interesseiras, "espertas"... e por aí vai. Ao que me parece, ela reforça as atitudes ruins no ser humano. Será que é só isso que sabem fazer? Fico indignada com essa (des) educação, porque quero um mundo melhor e cuidar desse mundo é nosso dever, nossa responsabilidade. Talvez por isso as pessoas continuam "dormindo" para os problemas da natureza. Bom, eu faço a minha parte! Eu evito o despercício de água, não jogo lixo na rua, separo o lixo que dá para reciclar, mesmo não tendo espaço suficiente em minha casa. Mas, sou apenas uma em meu meio que se preocupa com essas questões. Quem sabe as pessoas "acordem" a tempo? Assim, espero!
No entanto, as novelas ficam mostrando "vinganças", "playboys", pessoas oportunistas, interesseiras, "espertas"... e por aí vai. Ao que me parece, ela reforça as atitudes ruins no ser humano. Será que é só isso que sabem fazer? Fico indignada com essa (des) educação, porque quero um mundo melhor e cuidar desse mundo é nosso dever, nossa responsabilidade. Talvez por isso as pessoas continuam "dormindo" para os problemas da natureza. Bom, eu faço a minha parte! Eu evito o despercício de água, não jogo lixo na rua, separo o lixo que dá para reciclar, mesmo não tendo espaço suficiente em minha casa. Mas, sou apenas uma em meu meio que se preocupa com essas questões. Quem sabe as pessoas "acordem" a tempo? Assim, espero!
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